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Amores burlescos

Um blog de crônicas, contos e pensamentos sobre amores verdadeiros ou não.

Minha história – 10 – Simone

Sexta-feira, final de expediente e nada para fazer. Entrei no chat com o nick de Lestat procurando alguma conhecida mas não havia ninguém da turma e fui obrigado a mandar um “Oi sala”. A resposta veio de um tal de “Kurt Forever”.

– Que nick idiota. Vampiro gay… Você é gay? (Ainda não havia sido lançado a saga Crepúsculo para Lestat perder esse posto…)

– Tão idiota quando o seu… visto que Kurt era um fraco que se matou… você vai se matar?

Havia várias pessoas na sala com nicks relacionados ao Nirvana ou Grunge e comecei a receber insultos. Estava estressado e respondia a todos argumentando ferozmente. Por fim chamei a atenção de uma garota na sala, “Simone Grungezinha”.

– Oi, você tem razão. O Kurt Forever não deveria ter mexido com você.

– Oba… alguém do meu lado.. estava me sentindo sozinho. Simone, né?

– Sim. E você é o Carlos da turma dos blogueiros?

– Eu mesmo, ao seu dispor.

– Ouvi muito falar de você.

– Tudo mentira. Rsss.

 

Conversamos bastante. Por fim Simone disse que tinha chegado a hora dela fechar a empresa e ia sair do chat. Trabalhava como assistente e modelo de prova para a dona de uma Grife de moda. Não sabia o que era modelo de prova e ela me explicou que quando algum lojista vinha na empresa ver uma coleção ela vestia as roupas e desfilava para os lojistas. A convidei para sair e ela topou. Tinha horário marcado no salão mas depois poderíamos nos encontrar se fosse perto do Brooklin, onde trabalhava. Peguei o carro e fui.

 

Cheguei e mandei um SMS (ainda não tinha whatsapp). Ela ainda estava no salão. Tomei uma coca na padaria ao lado enquanto esperava. Finalmente chegou a mensagem de que estava saindo.

Esperei na porta do salão e apareceu uma mulher linda. Pele morena, cabelo crespo bem arrumado, magra e alta, aproximadamente 1,80. Estava vestindo uma calça jeans banca e blusa branca. Andava com elegância como se estivesse numa passarela. Fiquei encantado com ela vindo em minha direção e sorrindo para mim. Torci para ser a Simone mas pelo nick da pessoa que eu esperava, Grungezinha, imaginei não ser o sortudo. Achei que a grife deveria ser alguma marca streetware e esperava uma baixinha e se tivesse sorte, do tipo peituda e bunduda para justificar ser modelo de prova.

– Carlos?

Engasguei de surpresa.

– Simone?

– Sim, sou eu. Não agradei? Disse sorrindo encantadoramente para mim. Sabia que tinha agradado mas fazia parte do seu jogo.

– Pelo contrário. Não imaginava que a Grungezinha era uma mulher quase da minha altura. Você é linda.

– Obrigada. Onde vamos?

– Não sei… Não conheço nada por aqui. Estou de carro para irmos a outro lugar, mas deixo a sua escolha.

– Melhor algo aqui perto. Tem um barzinho aqui do lado.

– Ótimo.

 

No bar sentamos de frente um para o outro. Sem frescuras Simone quis me acompanhar na cerveja. Tomamos umas 4 e conversamos muito. Ela havia ouvido falar dos nossos encontros e queria saber tudo sobre eles. Enquanto falava com Simone mais me encantava por sua beleza e pensava em como me aproximar e beijá-la. Demorou até que conseguisse um momento para isso sem interromper o momento. Por fim ela que interrompeu indo ao banheiro. Quando voltou, me levantei para lhe puxar a cadeira.

– Nossa, que cavaleiro. Obrigada.

– Sim, você merece toda minha dedicação.

– Assim eu fico vermelha.

– Posso aproveitar e me aproximar mais?

– Claro.

 

Puxei minha cadeira para seu lado e quando sentei nossos rostos ficaram bem próximos. Ela abriu um sorriso me encarando e esperando. Fechei os olhos e fui em sua direção. Estava seguro de que ela me aceitaria. Encostei meus lábios nos seus, mas eles permaneceram imóveis. Segurei um instante de pressão e iria retirar-me quando ela se abriu. Enlaçamo-nos. Era tão bom quanto havia imaginado. Continuamos nos beijando até Simone se afastar.

– Preciso ir. Disse olhando para o celular.

– Foi eu ter te beijado?

– Não. Disse com seu sorriso mais encantador. É que está tarde mesmo e eu moro longe.

– Te levo. Estou de carro.

– Não precisa. Moro longe e não quero te assustar no primeiro encontro.

– Então terão outros? E sorri de volta.

– Por mim, sim. Acho. Preciso resolver umas coisas.

– O que?

– Deixa pra lá… depois te conto.

 

Ficamos em silencio. A conversa estava evoluindo muito rápido para um caminho que não queria levar adiante. Terminamos a cerveja e pedi a conta.

 

– Posso te levar até o ponto então?

– É longe. É o ponto da José Diniz.

– Então vamos de carro. Está logo aqui.

 

No carro nos beijamos mais. Enlacei seu corpo e subi com a mão até seus seios pequenos. Ela não mostrou rejeição. Apertava seu peito e a beijava. Sentia seus suspiros pelos meus toques. Por fim se afastou de mim e disse que precisava mesmo ir fazendo cara de que não queria parar. Fiquei contente com essa demonstração. Liguei o carro e segui para o ponto. Vi alguns ônibus parando no ponto e passei por eles. Um deles era o dela. Parei dois pontos à frente e a deixei com o Jardim Nakamura encostando. Demos uma série de beijos rápidos cheios de promessas e desceu do carro dando sinal para o ônibus.

 

Passei o final de semana com meu filho e na segunda Simone me ligou.

 

– Preciso te contar uma coisa.

– Conta.

– Eu era noiva. Sábado iria morar junto com meu noivo, mas terminei o noivado.

– Porque?

– Por ter beijado você. Queria me testar para saber se estava fazendo certo e não passei no teste. Achei que não teria vontade de ficar com outra pessoa, que amava ele, mas não foi o que aconteceu.

– Não sei o que dizer. Sinto muito?

– Não sente, sei que não sente. Disse parecendo rindo. Quero agradecer. Acho que não seria feliz com ele.

– Então que bom.

Silêncio…

– Sai comigo novamente?

– Claro… é… Acho que é necessário eu dizer uma coisa… acabei de terminar um casamento, não quero compromisso…

– Sei disso. Só gostei da sua companhia… e do seu beijo.

– Também gostei do seu beijo. E de você toda.

– Engraçadinho… tenho um aniversário de uma amiga para ir na sexta, vai comigo? É num açaí na Faria Lima

– Claro.

– Então até sexta.

– Até sexta.

 

Na sexta fui de carro até o Açaí na Faria Lima. Achei que era algum lugar simples mas era um barzinho bem badalado. Deixei o carro com o manobrista do local que iria me custar vinte reais. Visualizei minha conta bancária e estava no sufoco. Liguei para Simone.

 

– Oi, já estou no Açaí. Onde você está?

– Ai, desculpa. Ainda estou no caminho. Mas já já chego. Estou de carona com a aniversariante.

– Ok, estou te esperando.

 

Desliguei. O Ambiente estava lotado. Encostei no balcão e peguei o cardápio. Não era um cardápio de Açaí… Da fruta mesmo duas opções na taça além de uns três drinks alcoólicos com a fruta, mas tudo muito caro. Pedi uma água para não gastar até a Simone chegar.

 

Meia hora depois a vi chegando com uma amiga e um cara. Eles foram direto para uma mesa onde um grupo de seis pessoas os estavam aguardando. Meio sem jeito me dirigi até a mesa. Simone me recebeu empolgada. Apresentou um a um dos seus amigos para mim. Eram amigos do trabalho dela na grife de moda. O pessoal estava bem empolgado com minha apresentação. Ouvi algumas piadinhas que agora sim acertou e bem melhor que seu ex-noivo. Sentei na mesa e pedi uma Vodka com energético para ir tomando bem devagar.

 

A conversa girava em torno de moda, roupas femininas e tendências de cores. Branco, Bege e Marrom. Me entediei rapidamente das conversas mas os constantes beijos de Simone me faziam permanecer fiel ao seu lado. Ela era muito atenciosa. Por sorte o pessoal que já estava na mesa quando a aniversariante chegou pressionou para cantarem parabéns rapidamente que precisavam ir embora. Aproveitei as despedidas e perguntei para a Simone.

– Passa a noite comigo?

– Onde você quer me levar?

Pensei na minha conta bancária que estava indo pro vermelho e ia falar para meu quarto do hotel mas olhando para Simone, ela era demais para o lugar. Mesmo assim disse contrariado.

– Podemos ir para meu quarto no hotel se não se importar… ou se preferir podemos ir para um motel.

– Vamos pro seu quarto então.

– Tem certeza? Não acreditei na escolha. Ele é meio feinho.

– Sim… não me importo desde que esteja com você.

Ela disse isso e me deu um beijo me tirando o folego. Nos despedimos de seus amigos e fui rapidamente pagar a conta. Simone havia bebido apenas um drink mesmo assim a conta deu R$60,00. Teria que leva-la em um motel bem baratinho se tivesse escolhido a outra opção. Estava preocupando a falta de grana.

 

Peguei o carro e fui direto para o hotel. Parei o carro em frente a porta de entrada. Simone ainda estava pegando sua bolsa quando corri abrir a porta para ela. A conduzi até a entrada.

 

Achei que ela iria fugir quando toquei a campainha para pegar minha chave. Se soltou de mim e encostou em um canto do balcão. Esperamos cerca de um minuto e nada. Tive que tocar uma segunda vez e então o senhor veio. Assim que me viu pegou a chave do meu quarto, liberou a grade de entrada e sumiu para a escuridão do seu buraco. A cara dele de sono interrompido era assustadora.

 

Peguei na mão de Simone e a conduzi para o corredor e a escada em caracol que levava ao andar superior e ao quarto 106. Abri a porta e o cheiro de mofo das paredes me pareceu mais ostensivo do que antes, talvez pelo meu receio de a estar para aquele quarto. Eu estava constrangido de recebe-la ali.

 

Reparei seu olhar vasculhando minhas coisas. Meu diskman sobre a cabeceira de tijolos, minhas roupas penduradas na prateleira-cabideiro. Um sorriso brotou em seu rosto. Parecia ter gostado.

 

– Chegamos… é aqui que estou vivendo.

– Legal.

– Legal? Está sendo gentil…

 

Ela pulou em meus braços e me beijou. A puxei para a cama redonda de espuma recortada fazendo-a cair sobre mim. Minhas mãos entraram pela sua calça e apertei as duas nádegas magras. Tirei suas roupas e deitei entre suas pernas. Demorei chupando, mordendo e sugando seu clitóris e sua boceta. Ela gemia e se entregava à minha boca. Quando ela finalmente gozou tirei apressado minha calça e enfiei. Ela gemeu de dor.

– Vai com calma, está me arregaçando. Está indo muito fundo…

– Vou por só a cabecinha então. Assim está melhor?

– Um pouco. Segura um pouco.

O corpo de Simone era muito lindo de se ver, mas no sexo parecia sem ter onde pegar, parecia pequeno e frágil… Era frustrante só meter a cabecinha, mas também era delicioso ouvir que meu pau a estava arregaçando… segurei a onda por um tempo mas não aguentei e fodi fundo novamente. Ela fechou os olhos e aceitou meu pau gemendo baixinho. Aumentei a velocidade e por fim gozei em longas estocadas… Ela gritou junto com meus gemidos de prazer…

 

Deixei meu corpo cair sobre o seu e a beijei. Simone abriu um sorriso e retribuiu meus beijos. Era um amor. Deixei meu pau dentro dela e adormecemos abraçados. Acordei alguns momentos depois e fui tomar uma ducha. Ela veio junto. Era lindo seu corpo nú, esguio e negro. Nos enroscamos no chuveiro ensaboando um o corpo do outro. Meu pau desejava novamente seu corpo e ela percebendo se ajoelhou na minha frente sugando todo meu desejo.

 

 Terminamos o banho e deitei de barriga para cima deixando Simone se enroscar em meu corpo. Dormimos juntos. Quando acordei no dia seguinte ainda estávamos na mesma posição. Fiquei pensando no nosso encontro e em tudo que havíamos conversado. Estava indo rápido demais. Percebi que estava acordada me olhando.

– Bom dia.

– Bom dia, gostoso. Respondeu beijando meu rosto.

– Me diz uma coisa. Você quis vir pra cá para saber se estava sendo honesto quando disse que era separado?

 

Ela fugiu do meu abraço envergonhada.

– Sim. Queria ter certeza.

– Eu não gosto de mentir… gosto de ser honesto…

– Percebi. E acho o máximo isso.

– Agora vem cá.

 

Ela veio e nos beijamos. Deixei à sua vontade e ela me chupou, depois montou em cima de mim e cavalgou… fiquei passivo assistindo seu corpo se contorcer sobre meu pau. Sua pele negra era linda. A barriga lisa, os seios pequenos e os bicos duros e negros. O rosto angular, olhos expressivos puxados pra cima com as sobrancelhas bem delineadas. Os lábios carnudos entreaberto no prazer que estava sentindo. Simone era linda. E a posição cavalgando sobre mim a tornava mais atraente que no dia anterior. Ela controlava o tanto que entrava e se satisfazia com isso. Gozou gemendo gostoso e então deixou entrar tudo sem resistência. Tomei a ação enquanto ainda sentia suas palpitações do gozo e rapidamente gozei também. Ela me encheu de beijos enquanto afagava meu ego dizendo o quanto gozou gostoso.

 

Alguns minutos depois disse que precisava ir embora, que tinha marcado de sair com a irmã logo cedo e a levei de carro até o ponto do shopping. Voltei pra casa com o pensamento nela. Será que quero algo mais sério? Parecia evidente que a dedicação de Simone era nesse sentido.

Orgasmo seco

Durante o dia havia discutido com Rita por causa de uma birra que nossa filha havia feito, e achei que não teria clima para o sexo quando estivesse na cama. Antigamente não prestava muita atenção aos fatores como esse e invariavelmente acabava com as expectativas frustradas e criando mais atritos no relacionamento, mas agora ciente de como Rita funciona deixei escorrer pelo ralo o gozo que queria ter.

Mas subestimei meu traquejo em ter justificado minhas atitudes e na cama Rita estava desejosa por mim.

Apesar do alívio solitário que havia me proporcionado, imediatamente estava teso com seu corpo rolando em mim enquanto nos beijavamos. Rita tomou novamente a iniciativa e começou a me chupar. Era uma transação diferente. Ela é avessa a preliminares é essa dedicação com um oral em mim me surpreendeu e assustou. Se ela quisesse que eu gozasse em sua boca não iria conseguir… Minha imaginação foi fértil no chuveiro pensando em comer sua bundinha enquanto usava aquele vibrador que nunca foi estreado e gozei fartamente. Estava ereto mas ainda sem sentir vontade de ejacular… Mas essa idéia é absurda… Nem lembro quando foi a última vez que isso aconteceu…

Olhava Rita sugando meu pênis e deliciava com sua vontade em me dar prazer. Ela percebeu meu olhar…

– Você gosta de me ver te chupando?

– Adoro… Isso me dá muito tesão… Te ver…

Ela tentou engolir inteiro… Não conseguiu…

– Você quer me chupar?

– Claro. Adoro seu gosto. Vc que não deixa.

– Eu quero. Mas vai com calma que me dá uma coisa que não consigo me segurar.

Desci até suas pernas. Obedeci e fui devagar. Beijando a barriga, virilha. Passei a língua em seus grandes lábios, umedecido pelo prazer. Lambi o clitóris e Rita soltou um gemido, se contorcendo.

– Calma, senão não aguento.

Voltei aos seus lábios vaginal provando seu sabor doce e  a penetrei com a língua. Gemidos. Suas coxas apertaram minha cabeça. Enfiei o mais fundo que podia. Minha boca possuiu sua gruta por um tempo até que ela pediu.

– Me come. Vem.

Fui. Fizemos um papai e mamãe delicioso. Olhos nos olhos competindo com beijos sôfregos…

– Vou gozar.

– Goza que quero sentir você gozando no meu pau.

– Não para, não para…

– mais forte, não para…

Então seu gemido e seu corpo todo entra em convulsão. Sinto sua vagina pulsando em meu pau… Continuo metendo aos cadenciado e ela pede pra parar.

Fico dentro dela observando seu peito subir e descer rapidamente.

– Você me deixou seriam fôlego, diz, sorrindo…

– Que bom, adoro te ver assim sem fôlego.

Dou uma mexida dentro dela e geme em resposta. Não gozei e ainda estou duro. Então a viro de costas. Recomeço a estocar. Ter me masturbado antes de vir deitar me deu uma vantagem boa. Olho sua bundinha e fico deliciado.

– Quero comer seu cú.

Ela não responde.

Lambo o dedão e enfio enquanto meto em sua boceta. Não há protestos.

– quero esse seu cú gostoso. Vou comer ele…

Esperei sua negação, seu joguinho, mas não veio… Então veio outra idéia.

– Quer que eu coma seu cuzinho ou prefere o plug anal nele?

– o cuzinho

– que eu coma seu cuzinho?

-sim

– então pede

-quero você no meu cuzinho…

– de novo…

– come meu cunhado, amor…

Que delícia… Fazê-la pedir pelo sexo anal me deixou ainda mais excitado. Rita não é de deixar fazer anal com frequência é essa era a primeira vez que a ouvia pedindo. Aproveitei e enfiei, devagar, me deliciando com a visão do meu pau entrando em seu buraco apertado. Seus olhos fechados e boca aberta mostravam a mistura de dor e prazer.

– espera um pouco, deixa eu me acostumar…

Esperei pacientemente. Olhava sua bunda e via metade do meu pau dentro do seu rabo. Uma mão dela desceu por entre suas pernas.

– Isso… Adoro ver você se tocando…

Os toques foram ficando mais ágeis. O corpo foi acompanhando…

– assim… Continua… Rebolando e engolindo meu pau…

Rita se tocava e rebolava fazendo meu pau entrar e sair facilmente. Ela novamente chegou ao gozo antes de mim, mas eu estava lá, em ponto de gozar também mas não saía. Seus espasmos começaram a causar ondas de arrepio em meu corpo que seriam jatos de gozo que não chegavam. A tensão era grande em mim.

Deixei meu corpo cair e deitando de lado trouxe Rita comigo. Meu corpo todo colado ao seu. O pau ainda dentro do seu rabo.

Rita se mexia furiosamente para eu gozar me levando a loucura. E eu me jogava junto ao seu corpo sem dó. A sensação veio, as ondas novamente canalizando em direção ao meu pênis. Os espasmos… Urrava de prazer e Rita se entregava sem pudores a minha sodomia… Mas o pau latejava e nada do sêmen libertador… Me sentia preso… Me sentia na missão de recompensar Rita por todo esforço…

Rita então passou a fazer movimentos circulares  longos e pedir pra eu gozar… Pela terceira vez a sensação veio, mas dessa vez tão intensa que gritei e fugi… Tirei meu pau de dentro dela… Ela buscou com o corpo e quando entrou novamente o gozo seco foi tão forte que pulei pra trás…  Ela riu de minha fuga e veio procurar novamente enquanto eu mordia os lábios e não conseguia mais me conter.. Rita segurou meu pau com a mão e rebolou o cuzinho na cabeça dele para meu martírio… A sensação se mantinha e não diminuía …

– Acho que estou tendo orgasmos múltiplos…

Rita sorria e continuava a se esfregar em mim…

– Não saiu o gozo mas estou gozando a muito tempo… Disse afoito…

Rita enfiou novamente dentro dela e esboçou e a sensação foi tão forte que levantei da cama…

Ela olhou pra mim surpresa e com um sorriso satisfeito nos lábios.

Eu em pé, arfando… O pau ainda ereto com uma gota de sêmen escorrendo…

– chega, disse, não aguento mais… Você acabou comigo…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Casa de Swing

Sempre tive curiosidade e até fantasia em conhecer uma casa de Swing. Comentei diversas vezes com Rita que nunca ficou empolgada e até receosa dos meus motivos e o assunto nunca progrediu.

No último ano duas amigas dela que estão em relacionamentos sérios foram e contaram para ela como é. A primeira é bem medrosa e ficou mais com medo de ser agarrada, o que não aconteceu, do que aproveitando o lugar. Já a segunda está vivendo uma fase mais segura de si e despertou a curiosidade na Rita.

Nas nossas conversas sobre relacionamento e minha frustração com o sexo entre a gente ela veio propor irmos em uma casa e rejeitei prontamente. Não estávamos fazendo sexo entre a gente e iríamos ver outros casais se divertindo?

Buscamos outros caminhos e após estabelecer uma agenda de sexo entre a gente (que pareceu complicado no início  mas tem funcionado melhor que o esperado, surpreendentemente não caindo na rotina ou num Script), a vontade de conhecer está retornando. Continuando assim vou propor e matar essa vontade.

 

Dominatrix

Tudo começou com um acordo. Fazia tempo que me sentia incomodado com a falta de desejo sexual de Rita e procurava formas para despertar sua libido. Foram brinquedos comprados e nem usados ou só uma vez, tentativas de introduzir coisas novas, como o pedido para ela me bater. Criava uma ou outra noite inesquecível, mas ao longo dos meses meu desejo era invariavelmente frustrado. E isso estava atrapalhando meu desempenho no trabalho e o cuidar dos filhos por estar sempre estressado. Então, vendo as 40 perguntas, me autodiagnostiquei, sou viciado em sexo.

Mas diria que era vicio, não ninfomaníaco. Meu grau de dependência é baixo. Até por isso quando tive essa conversa com Rita ela não quis aceitar. Então, diante da minha necessidade e da sua vontade fizemos um acordo. Tem que ter pelo menos sexo 1 vez por semana.

Na primeira semana após essa conversa, já passava os gols do fantástico e em casa ainda estava zero a zero. Fui tomar um banho rápido pensando no acordo. Após entrarmos debaixo dos lençóis ficou o silêncio de quem iria tomar a iniciativa. A TV estava ligada no filme que inicou e Rita mexia no celular.

– Então a semana está acabando. Vamos quebrar o acordo logo na primeira semana?

Ela desligou o celular e botou no criado-mudo e respondeu fazendo manha…

– Não pode deixar para amanhã?

– Amanhã é segunda… já é outra semana.

– Mas estou tão cansada…

– Tudo bem então… mas amanhã vai ter juros… e quanto mais demorar mais juros…

– Ah não… só estou cansada… não pode… disse espreguiçando e se aproximando de meu corpo igual uma gata, se enroscando…

Entendi a manha e a abracei. O acordo foi cumprido com calma, curtindo….

Nas três semanas seguintes um script parecido… somente domingo à noite após o fantástico… mas estava bom pra mim. Meu humor estava melhor e voltar a pensar em  fantasias a realizar. Voltamos a conversar sobre sexo. Na quinta semana de acordo o sexo já ocorreu durante a semana. Quando encostamos nossos corpos para dormir, os carinhos foram ganhando força e o gozo veio pegando com força na beirada da cama.

Mas então entramos na sexta semana e a correria impediu qualquer oportunidade durante a semana e o final de semana passamos fora de casa, numa pequena viagem com amigos, dormindo no chão de uma chácara. No domingo à noite estávamos os dois quebrados, mas eu queria me manter firme ao acordo. Após o banho fui deitar pronto para repetir o ritual da primeira semana mas desta vez ela aceitou pagar juros. Coloquei como condição então deixar eu algemá-la e chupar sua boceta, dois tabus que tem e raramente deixa, ela protestou mas não pensou em nada e vencida pelo cansaço não transamos.

No dia seguinte, logo cedo mandei pelo Whatsapp um ícone que lembrava algemas e uma carinha com a língua de fora… ela entendeu o recado e mandou sua proposta. Eu que seria algemado e ela usaria o macacão de Latex que eu comprei para ela e nunca pôs em ação… respondi imediatamente:

– Você é ótima negociadora. Aceito.

À noite, fomos agraciados com os filhos indo deitar cedo. Fomos para nosso quarto e Rita colocou na novela. Peguei a roupa, a algema e o chicote e coloquei sobre a cama e saí para tomar um banho. Estava ansioso e temeroso em algo dar errado. O mais novo, e que insiste em dormir com a gente aos 3 anos, dormiu antes das sete e o receio dele acordar era grande. Também não sabia sobre a disposição de Rita, se cumpriria o acordo.

Tomei um banho rapidamente e subi para o quarto enrolado na toalha. Quando olhei Rita ela estava maravilhosa no macacão preto. Muito sexy… Estava em pé com as algemas na mão me aguardando. Instantaneamente, um volume na toalha já apareceu.

Ela deu a volta em mim e me algemou com as mãos nas costas. Deixou a toalha cair e ficou olhando minha ereção. Pegou o chicote e deu uma lambada leve. Encolhi vendo o chicote acertar meu pau, mas não doeu. Ela mordeu o lábio de prazer. Me empurrou em direção à cama e cai de cara sem ter as mãos para me socorrer. Ainda estava me ajeitando na cama quando senti o chicote em minhas nádegas. Forte, ardido. Arfei diante da surpresa do golpe e isso deu mais ânimo à minha carrasca. Senti outros dois golpes na minha bunda. Meu pau estava latejando contra minhas pernas e percebendo isso ela passou a bater na parte interna das coxas, obrigando a abri-las e me expor. Ela subiu sobre mim e pisou no meu pau o pressionando contra o colchão macio para meu delírio.

– Vira. Ordenou.

Me virei e meu pau surgiu erguido como um mastro apontando em sua direção e ela brincou com o pé nele… Um sorriso sádico estampava seu rosto, sentia muito prazer em me dominar.  Enquanto brincava com o pé em meu pênis chicoteou minha barriga, peito e por último acertou meu rosto.

A vergastada acertou ao lado do meu olho esquerdo e por um segundo um clarão branco me dominou. Pensei em protestar, pedir que no rosto não mas quando recobrei a visão ela estava vindo em minha direção beijar com prazer onde havia acertado. Mordeu meus lábios e percebendo que me mantinha meio de lado por causa das mãos algemadas nas costas sussurrou em meu ouvido que iria me soltar só para prender novamente na cabeceira da cama. Para não tentar fugir.

Agora mais confortável com as mãos presas na grade da cama pude observar Rita em sua roupa. O corpo magro, de ombros largos e cintura pequena. Quadris levemente maiores que a cintura. Bunda pequena de oriental mas empinada. Ela percebeu meus olhares e abriu o zíper de trás exibindo seu cú e boceta. Sentou de costas em meu peito e se inclinou, massageando as bolas e chupando meu pau.  Me contorci de prazer e vi sua boceta molhada a centímetros do meu rosto. Tentei levantar o pescoço e alcançar para chupá-la mas as algemas impediam.

Deixou meu pau babado e escorregou para mais perto dele. Começou a esfrega-lo em sua boceta, rebolando para sentir mais enquanto o segurava encaixando em seus lábios. Sentia eles se abrindo, úmidos, quentes.  Num de seus movimentos me ajeitei e os penetrei.  Ela se levantou fugindo de mim e deu na minha cara brava.

– Não faz mais isso. Eu decido quando colocar ele para dentro. Você fica parado, entendeu?

– Sim… Sim… me apressei em responder. Desculpa… desculpa.

– Dessa vez passa. Na próxima vai ser castigado mais.

– Não vai ter próxima, vou obedecer… respondi ansioso.

Ela se levantou e ficou me olhando, pensando no que iria fazer em seguida. Olhei para seu corpo e em voz baixa pedi.

– Por favor, poderia abrir um pouco o zíper da frente? Seus seios são lindos.

Quando ouviu minha voz fez que iria me bater, mas aceitou a sugestão. Abriu o zíper revelando metade do círculo perfeito que fazia seus seios pequenos.

– Assim que você quer?

– Sim, respondi.

– Vou sentar novamente em você. Não quero que se mexa. Deixa o pau duro para eu brincar nele.

– Sim. Eu vou obedecer.

Ela pegou meu pau e voltou a brincar com ele. Logo sentou e senti seu corpo quente me envolvendo inteiro. Eu latejava, mas em um esforço doído mantinha a promessa de não me mexer. Sentia seu corpo apertando meu pau e em movimentos profundo testar a dureza dele. Passou a levantar e sentar em meu pau imóvel, testando minha obediência, rebolava provocativa com a cabecinha na entrada e acabei me mexendo para pôr de volta dentro. Um tapa forte esquentou minha coxa direita. Ela se virou e outro tapa raivoso acertou meu rosto.

Pegou o chicote e desceu em meu corpo, não deixando nem a sola do pé sem castigar. Eu pedia misericórdia. Satisfeita, voltou novamente a sentar em mim, me encarando curiosa. Perguntou se queria ver seu seio e mandou eu implorar. Implorei.

– Então, põe a língua pra fora e fica com ela parada.

Trouxe seu seio até meu rosto e esfregou o bico na minha língua. Senti seu bico intumescer.

– Chupa. Disse e envolvi seu seio com minha boca, com vontade. Ela foi afastando e fui sugando seu bico que dobrava de tamanho.

– Morde. E mordi.

Então se afastou novamente para pegar o chicote e flagelou meu corpo todo, inclusive o rosto. Tinha especial prazer em bater no meu rosto. Sentou em meu pau e ordenou que metesse. Batia em minhas coxas com força enquanto eu me esforçava subindo e descendo as ancas para lhe dar prazer.

Então saiu de cima de mim. Deu outro tapa na minha cara antes de falar o que esperava de mim.

– Vou te soltar e quero que meta em mim com força, não pare e não fale nada, só meta.

Soltou as algemas e ficou de quatro na beirada da cama. Ajeitei seu corpo e ela conduziu meu pau para dentro de si. Ainda pegou minha mão e conduziu até sua cintura mostrando a maneira que queria ser currada. Meti forte puxando sua cintura junto do meu corpo.

Rita foi cedendo deixando o corpo cair para a frente. A puxei de volta e a roupa de Látex fez um barulho de rasgar. Ajeitei a pegada tentando preservar a roupa para uma próxima sessão de tortura. Percebi que eu iria gozar e segurei, mudando o ritmo e tentando esperá-la. Ela protestou mas logo percebi que também estava gemendo e mexendo o corpo buscando o gozo e então liberei todo meu prazer e meti com força.

Ela foi gozando e deixando o corpo cair para fora da cama enquanto eu caia também, buscando apoio na parede para continuar metendo, despejando as últimas gotas dentro dela. Por fim me deixei cair também da cama exausto e satisfeito com o castigo recebido como juros.

Meu primeiro Ménage à Trois – parte 2

Congelei. Fiquei sem acreditar em Patrícia. Como assim? Posso agarrar sua amiga na sua frente? Olhava para Patrícia esperando alguma nuance de que estava brincando comigo, de que estava me testando. Ela confirmou novamente.
– Vai… você quer… pode foder ela…
– Mas… mas… Hesitei.
– Não tem mas… estou aqui… você vai foder ela e a mim também… Quero ver.

Olhei para Bruna e ela fingia que se ajeitava para dormir, virando o corpo de lado e buscando a coberta. Estava de olhos fechados, mas seu sorriso jocoso denunciava que ouvia atentamente nossa conversa e estava adorando.

Não sabia por onde começar… estava desorientado num turbilhão de pensamentos… olhei novamente para Patrícia que me encarava enigmaticamente, desviei para Bruna deitada de lado e seu sorriso estampado esperando por mim…

Beijei Patrícia e a trouxe para meu corpo. Bruna esperaria, tinha certeza disso. Precisava antes de tudo mostrar minha dedicação a Patrícia. Ela aceitou o beijo com surpresa. Você vem em primeiro, disse, e beijei seu corpo inteiro. Bruna abriu os olhos espantada por não ser ela e se ajeitou para nos olhar. Calma… te quero também e pus a mão em sua boceta por sobre a calcinha. Ela se contorceu com o toque. Patrícia em resposta se mexeu em meu colo se esfregando em mim.

Dos beijos em seus lábios fui descendo pelo seu corpo parando nos seios até chegar entre as pernas. Comecei a beijar, lamber, morder… Patrícia se entregava à minha volúpia… e enquanto a chupava, minha mão explorava Bruna que estava molhada de tesão…

Patrícia gozou com minha boca e me chamou para possuí-la. Larguei sua boceta e antes de penetrá-la fui conferir a da Bruna. Dei uma lambida rápida que provocou um arrepio nela e enfiei o pau em Patrícia. Bruna estava doidinha pela sua vez e procurou minha boca que estava com o sabor da outra. Enquanto nos beijávamos fodia minha esposa que gritava pedindo para meter mais… Larguei Bruna e fodi… gozando junto com Patrícia que estava tendo outro orgasmo (ou a continuação daquele)… quando tirei de dentro e caí para o lado, Bruna correu para pô-lo na boca me causando um prazer intenso. Não esperava por isso e até tinha esquecido dela por um momento, mas agora, com sua boca sugando as últimas gotas do meu sêmen me ericei novamente e queria possuí-la.

Percebendo que ainda estava duro dei uma camisinha para ela que peguei no criado (Patrícia não tomava pílula e controlávamos na tabelinha e camisinha) que rapidamente vestiu e montou em mim cavalgando freneticamente.

Agora podia olhar para Bruna sem receio de Paulo. Estava montada em mim exibindo seus seios pequenos, quase infantis, bicos rosados e pequenos. Um contraste grande para os bicos marrons e pontudos de Patrícia. Puxei seu corpo para perto de mim e chupei seus seios. Lambi e mordi aquela pequena bolinha que era seu bico maravilhado pelas diferenças de corpos. Via sua boceta depilada se abrindo e engolindo meu mastro ereto. Era diferente estar dentro das duas. Patrícia tinha lábios carnudos e aconchegantes enquanto Bruna parecia ser somente uma fenda no meio das pernas. Quase não sentia seus lábios envolverem meu pau mas sentia a cabeça encostando nas suas paredes vaginais, como se fosse menor.

Bruna anunciou que iria gozar e cravou as unhas em meu peito enquanto mexia os quadris furiosamente… Encontrei seu ritmo e me mexia junto, fazendo uma penetração profunda e intensa. Ela tremeu e caiu sobre meu peito gozando enquanto segurava seus quadris e estocava até sentir​ que ela cedia… Eu já não gozava mais… não conseguia… mas estava extremamente satisfeito de ter feito Bruna gozar também.

– Quero de novo, consegue?

Olhei pro lado e Patrícia estava se tocando olhando a gente. Ela queria encerrar a foda, não poderia dar esse gostinho para sua amiga, afinal, eu era dela. Bruna saiu de cima de mim e tirei a camisinha. Meu pau estava esfolado. Ardia. Dei uma cuspida na mão alisando ele e pedi.

– Fica de quatro então.
– Na boceta, tá? Já te dei o cú no motel e ainda está dolorido.

Concordei com a cabeça indo em sua direção. Ficou de quatro, empinou bem a bunda mais larga que a da Bruna e meti. Bruna se posicionou ao nosso lado. Olhava em meus olhos, mordendo a boca, me atiçando… O olhar de Bruna em mim me dava mais ânimo para foder Patrícia e intercalava estocadas lentas, rebolando para sentir meu pau alargando seus lábios gordinhos, com metidas rápidas e fundas… era um recado para Bruna de que queria pegá-la assim. Patrícia tocava seu clitóris enquanto eu metia e chegamos ao orgasmo juntos…

As últimas estocadas levaram todas minhas forças e cai exausto pro lado, sobre Bruna. Ela se apressou a deitar em meu braço enquanto Patrícia também exausta deitava em meu peito.

Incrédulo, me sentindo o máximo com suas mulheres bem fodidas, meu primeiro Ménage à trois. Adormecemos os três por horas. Quando despertei, entre as duas mulheres, meu desejo voltou novamente e comecei a encoxar Bruna, pronto pra outra. Entre bocejos de despertar e espreguices, Bruna colou em mim. Patrícia despertou também e percebendo minhas intenções jogou um balde de água fria. Já eram três da tarde e daqui a pouco Paulo chegaria para buscar Bruna. Era melhor não começarmos outra sessão desse ménage e deixarmos para outro dia.

Bruna se levantou e foi tomar um banho para receber Paulo e Patrícia não deixou eu ir junto. Me vesti contrariado mas agradecendo Patrícia e esperei na sala. Quando Bruna voltou já vestida, Patrícia havia feito uns lanches que comemos e aguardamos entre comentários da manhã e promessa de continuação. Paulo chegou e para minha sorte não quis subir, ligou dizendo para Bruna descer que estava cansado e queria chegar em casa logo. Não queria encarar seu olhar.

Após a porta fechar com Bruna já no elevador ergui Patrícia no colo e a beijei agradecendo e dizendo como ela me fazia feliz e como ela era deliciosa… Bruna passou a vir em casa depois dos dias de ONG alimentando outras fantasias, até que ela se interessou pelo namorado de outra amiga, contarei isso numa parte três… e quanto a mim e a Patrícia, começou dessa forma nosso casamento aberto… Saí com outras garotas e Patrícia teve suas aventuras também… até acontecer de ficar com Laura e avaliar que não estava mais contente em voltar para casa e acontecer nossa briga que iniciou “minha história”…

 

Meu primeiro Ménage a trois

Aconteceu a muito tempo atrás… talvez tenha sido esse evento a fagulha que ocasionou nossa separação… acho que desde o início Patrícia queria que isso acontecesse e achava que agindo assim, trazendo sua amiga para nossa relação, estaria me segurando de vez. Mas foi justamente isso que despertou em mim a curiosidade de conhecer outras mulheres, colecionar histórias e junto percebi que não dava mais importância a Patrícia.

Mas voltando a história, nessa época trabalhava em um cliente onde não tinha nem acesso a e-mail. A internet só era liberada para alguns poucos sites, porém, eu havia programado um Chat sem utilizar termos barrados pelo Firewall e instalado em um servidor onde conseguia acesso da empresa. Enviei um SMS para Patrícia indicando o endereço e alguns minutos depois apareceu em minha tela do chat, “Pathy se conectou”… e logo na sequência “Morgana se conectou”…

– Quem é Morgana? Teclei.
– Oi Carlos, sou eu, a Bruna.
– É a Bruna amor…
Quis ser engraçadinho e soltei…
– Oi…. que delícia… duas gostosas só para mim…
– Aproveita amor.
– 😊
– <privada> Pode me aproveitar, recebi numa mensagem privada da Bruna.

A conversa foi se desenrolando com mensagens em duplo sentido e a Bruna respondia no público e mandava em privado mensagens mais apimentadas. Após receber algumas mensagens bem instigantes da Bruna no privado perguntei da mesma forma:

– Você sairia com o marido de sua melhor amiga na real?
– Se ele não tiver problemas com isso…

Até tinha… mas no momento os hormônios suprimiam meus pudores e marcamos de nos encontrarmos no mesmo dia ao lado do meu trabalho. As 18:00 da noite recebi um SMS de Bruna que já estava no barzinho a minha espera.

Ao encontrar com ela no bar fui cumprimenta-la e todo o tesão das mensagens já veio à tona com um beijo caliente. Depois com duas cervejas refrescando e os receios da traição iminente aplacaram um pouco a vontade imediata e achamos melhor ficar só nos beijos para não demorar muito em voltar pra casa e planejar melhor um encontro.

No dia seguinte estava sobrecarregado no trabalho e não tive oportunidade de entrar no chat para continuar a conversa ou mesmo trocar mensagens com a Bruna. Como ela trabalhava ao lado da Patrícia achei melhor ser prudente e esperar o contato dela.

À noite, ao chegar em casa, uma surpresa. Bruna estava lá com Patrícia. Ela me olhava me comendo com os olhos e Patrícia parecia perceber que estava rolando algo. Enquanto preparava a janta sugeriu que eu fosse mostrar a casa para Bruna, que ainda não conhecia. Quando entramos no quarto nos agarramos e um beijo rápido mas intenso nos acendeu. Patrícia fez uma brincadeira dizendo que podíamos ficar no quarto se quiséssemos, mas desconfiei até que ponto era verdade e saí do quarto trazendo Bruna que estava de má vontade em parar. Patrícia perguntou o que tinha acontecido com um sorriso irônico no rosto mas respondi que não aconteceu nada… iria negar até o fim, mas ela não insistiu muito.

Meia hora depois o namorado de Bruna chegou para o jantar. Apesar de serem somente namorados, eles moravam juntos havia 1 ano. Conversamos amenidades, a maioria histórias que as duas lembravam. Além de trabalharem juntas na mesma empresa, prestavam monitoramento em uma ONG a cada 15 dias. O jantar transcorreu normalmente.

Aproveitando que nosso filho estava passando a semana de férias na casa da avó, planejamos sair para a balada na sexta-feira e novamente acompanhados da Bruna e Paulo. Já na hora de sair de casa, Patrícia nos contou que ela e Bruna resolveram mudar os planos. Ao invés de gastar dinheiro num barzinho elas queriam ir a um motel duplex dividir a suíte. Até já tinham pesquisado um para ir. O Paulo topou na hora e eu não quis ser o careta e mesmo a contragosto também topei. Tinha receio de Patrícia perceber meu desejo pela Bruna.

Fomos em dois carros. Estávamos na frente e ao falar com a atendente que iriamos na mesma suíte ela negou, até seria possível, mas teria que pagar duas diárias e aí ficaria acima do que pretendíamos gastar. Olhei o preço das suítes e percebi que nem todos os quartos tinham garagem então eles poderiam circular pelo motel. Peguei a duplex e Patrícia ligou para Bruna instruindo eles a pegar a mais barata, sem garagem e explicando para eles nosso plano e o número do quarto que pegamos.

Paramos o carro na garagem da suíte e subimos a escadaria de acesso ao quarto. Uma cama espaçosa onde cabia facilmente dois casais era visto assim que entrava no quarto, que ainda contava com uma mesa de tamanho razoável entre dois sofás largos de couro vermelho. Uma corredor levava ao cômodo seguinte que tinha os chuveiros (dois) de um lado e a sauna do outro. No final uma escada levava ao andar de cima onde havia uma piscina aquecida sob um teto solar. Duas esteiras de plástico e uma mesinha compunham o ambiente.

Voltamos ao quarto principal. Havia outra porta que dava acesso ao corredor interno do motel. Abi e vi um corredor longo e alguns funcionários circulando com bandejas e carrinho de limpeza. Deixei a porta aberta para Bruna e o Paulo poder entrar.

Deitamos na cama e começamos uns amaços. Logo estava duro. Patrícia estava empolgadíssima e tirou meu pau pra fora e começou a chupar. Ainda estávamos de roupa quando a porta se abriu. Bruna estava tendo uma crise de riso. Pensei em puxar uma coberta para esconder meu pênis mas Patrícia apenas virou a cabeça para olhar para eles enquanto me masturbava.

– Achei que iriam barrar a gente. Tivemos que subir uma escadaria que dava para os quartos sem garagem e andar o corredor inteiro. Só olhavam a gente e não falaram nada. Disse Bruna, percebendo o movimento da mão de Patrícia.

Por um momento o clima ficou tenso, sem saber o que aconteceria na sequência. Patrícia continuava a olhar para eles e me masturbar. Então ela quebrou o gelo.

– Fiquem à vontade. Tirem a roupa. Tem a Sauna no corredor e a piscina fica lá em cima. Disse, e voltou a botar a engolir meu pau.

Dessa vez ela pôs ele inteiro pra dentro. Com a interrupção repentina havia ficado meia bomba e ela passou a sugar com vontade. Bruna ainda ficou paralisada olhando o que Patrícia fazia até que Paulo a puxou pelo braço conduzindo pelo corredor. Eles subiram as escadas e escutei os risinhos de Bruna antes de escutar o barulho de corpos caindo na piscina.

Patrícia ainda me chupava com uma meia ereção quando eles voltaram. Olhei rapidamente para Bruna que estava usando o roupão aberto. Vi seu corpo branco e sua boceta raspada e uma vergonha tomou conta de mim. Percebi o olhar de Paulo na gente e desviei o olhar deles, olhando para o teto. Tentei me concentrar na boca da Patrícia mas parecia que seu esforço era inútil, a presença dos dois era muito superior ao prazer que ela tentava me dar. Eles começaram a se agarrar e vieram para a cama ao nosso lado. Paulo assumiu uma postura semelhante a minha e Bruna começou a fazer o mesmo que Patrícia.

– Desculpa… estou um pouco desconfortável… preciso me acostumar primeiro… falei meio engasgado e me levantei sem olhar para eles.

Fui para a Sauna e Patrícia foi comigo.

– Que você tem?
– Pudor, vergonha… não sei…
– Quer ir embora?
– Não… não tem nada de errado, só preciso me acostumar…
– Quer tomar uma ducha?
– Pode ser uma boa…

Saímos da sauna e fomos pra ducha. Abri o registro e deixei a água escorrer pelo meu corpo. Encostei a cabeça na parede e fechei os olhos… A visão do corpo de Bruna me perseguiu… Patrícia me abraçou por trás e começou a ensaboar meu peito… foi descendo com a mão e achou meu pênis… me virei e a agarrei procurando sua boca. Demos um beijo sôfrego. Agora era ela que se virava encaixando suas curvas em meu corpo… minhas mãos buscaram seus seios, minha boca seu pescoço… meu pau roçava suas nádegas… Como uma enguia ela se enroscava em mim… havia esquecido do casal ao lado…

Então os gritos de Bruna no cômodo ao lado começaram a ecoar nos fazendo parar… já estava dentro de Patrícia me sentindo mais seguro e perguntei se ela queria continuar na frente deles. Uma vontade de me exibir para eles, mostrar que estava comendo Patrícia, que era viril me dominou. Ela balançou a cabeça que sim. A virei para mim e a ergui, encaixando meu pau em sua boceta e a levei para o quarto.

Aos tropeções cheguei até a mesa e a apoiei lá, dando as costas ao casal. Percebi que eles pararam. Conseguia sentir seus olhares esquentando meu corpo. Quando conseguia abrir os olhos, Patrícia olhava para eles por sobre meu ombro e abria um sorriso safado que me fazia ir ainda mais forte a obrigando a fechá-los novamente. Pelo reflexo de um quadro percebi Bruna deitada de bruços nos olhando enquanto Paulo estava sentado ao seu lado a acariciando entre as pernas.

Patrícia começou a gemer mais forte e aumentei o ritmo, a erguendo da mesa. Quando seu corpo começou a tremer em uma onda de orgasmo senti minhas pernas fraquejarem. Estava gozando também. Em três esforços heroicos dei estocadas contra seu corpo erguido despejando meu sêmen dentro dela.

Principiei uma queda e Patrícia botou os pés no chão e colou os lábios nos meus em um beijo louco. Fomos parar na cama enquanto Paulo já estava montado sobre Bruna e a fodia com vigor. Patrícia me puxou para seu corpo e se encaixou de conchinha em mim. Começou a rebolar e percebendo que minha ereção se mantinha se animou e conduziu meu pau para seu cuzinho. Estávamos de costas para o casal e percebi que Bruna saiu de baixo de Paulo e assumiu a mesma posição de Patrícia. Sentia sua respiração em meu pescoço. Algumas vezes sentia um toque rápido de sua mão em minhas costas, sua perna roçando na minha para fugir. Imaginava a qualquer instante seu braço me enlaçando e fazendo um único movimento mas isso não aconteceu. Paulo estava atrás dela arfando a cada estocada, talvez vigiando o contato que ela tinha comigo, a tensão de nossos corpos.

Patrícia rebolava a bunda maravilhosamente fazendo seu cuzinho receber todo meu pau. Sua mão sobre a minha ensinando a pressão que queria em seu clitóris. Goza, ela pediu. Enche meu rabo com seu gozo… Ela pediu e se esfregou tão gostosa que gozei… quando percebeu que havia me vencido esfregou seu clitóris e gozou também gritando de tesão. Os nossos gemidos também apressaram o prazer para Paulo e Bruna e sentia os corpos deles atrás de mim numa luta frenética de prazer até a explosão de gemidos e então somente o silêncio de quatro corpos com respirações profundas.

Arrepio… Bruna tomou coragem e senti um leve toque de um dedo em minhas costas. Parecia um toque escondido de Paulo de tão leve. Fugi do toque e chamei Patrícia para irmos a Sauna escapando de Bruna.

Tomamos uma ducha rápida e fomos para a Sauna. Após alguns minutos de relaxamento Patrícia pediu para que a chupasse o qual prontamente cumpri. Em poucos minutos ela gozou em minha boca. Então foi a vez dela. Ajoelhou em minha frente e chupou. Já não conseguia mais gozar e pedi para ela deixar eu meter novamente e assim ela ficou de quatro nos degraus da sauna e meti. Foi um gozo seco que percorreu meu corpo e encerrou essa vez.

Voltamos para o quarto e percebemos que nossos companheiros estavam na piscina. Patrícia queria ir vê-los mas rejeitei a ideia. Meus pudores não permitiam uma manifestação tão clara de voyeurismo. Queria ver Bruna, queria apreciar seu corpo, queria ver como ficava sua boca quando gemia sendo comida. Mas não conseguia me colocar nessa posição na frente do seu marido. Engraçado que me exibir e deixar que ele visse a Patrícia não era um tabu. Ou seria de Patrícia o meu medo? Dela perceber meu desejo. Talvez eu tivesse medo de transparecer que achava Bruna mais atraente que ela, além de mais esbelta que Patrícia, havia toda a curiosidade em descobrir um corpo novo que tentava esconder.

Ainda tivemos uma última vez, novamente na cama, onde as mulheres cavalgaram seus parceiros. Patrícia montou em mim e permaneceu o tempo todo olhando nos meus olhos que fugiam constantemente. Percebia Bruna cavalgando Paulo logo ao lado, mas evitava olhar. Foi a transa mais demorada da noite mas consegui gozar e Patrícia se aninhou em meus braços parecendo satisfeita. Levantamos e fomos pras duchas deixando Paulo e Bruna que ainda durou um pouco mais até finalmente encerrarem a noite.

Já vestidos trocamos as primeiras palavras do dia. Faltavam poucas horas para as mulheres terem que ir para a ONG e combinamos de tomar um café em um Fran´s e deixa-las lá. Eles voltaram para a suíte deles e saímos do motel.

Nos encontramos no Fran’s e o Paulo também trabalhava de sábado e após o café foi embora sozinho. Coube a mim deixa-las no local. Quando já estava sem roupa deitando na cama o telefone de casa toca. Era Patrícia pedindo para voltar na ONG para busca-las que o local estava passando por uma reforma e não abriria. O diretor da ONG havia esquecido de avisar.

Já de volta, com Bruna nos acompanhando, Patrícia indicou o quarto de nosso filho para ela dormir. Ele estava na casa da avó. Entramos no nosso quarto e já estava deitado apenas de cueca quando Bruna, de calcinha e sutiã apenas, entrou no quarto e deitou ao meu lado. Olhei para Patrícia sem saber como reagir e ela olhou para mim balançando a cabeça afirmativamente. Poderia fazer o que queria.

Continua…

Minha história – 9 – cinema com Lena

Nos dias seguintes tentei entrar em contato com a Helô e não me atendia. Também havia sumido do chat. Comecei a conversar com uma amiga dela e soube que a Helô havia contado nossa aventura para algumas amigas (ela inclusive) e alguém havia espalhado entre a turma e preferiu sumir por um tempo até a história esfriar. Michelle, a amiga de Helô pareceu extremamente interessada em saber como eu estava. Senti um clima e decidi investir, mas quando a chamei para sair lembrou da amiga e declinou o convite com um “quem sabe mais pra frente”.

Depois do fim de semana a história com a Helô no trêm já havia sido substituída pela de outra menina que havia traído o marido com um garoto de 16 anos e após ficar bêbada no encontro no parque no fim de semana ficou chorando e gritando pelo nome dele, que não tinha aparecido para ficar com ela. Mas antes da história desaparecer do chat, Patrícia ficou sabendo e assim que Helô voltou a aparecer as duas estavam amigas e Helô não queria mais falar comigo. Parece que ela culpava a mim de ter espalhado a história do trem. Michelle também entrou para a turma da minha ex e passou a me ignorar. Elas passaram a frequentar a casa de Patrícia que promovia almoços e jantares para as meninas do grupo que incluía a Flor e a Gi. Alguns homens também iam nesses encontros, mas a camaradagem masculina permanecia. Era o jeito de Patrícia tentar atrapalhar minha solteirisse.

Gaya também tinha recebido convite de Patrícia mas não teve muito interesse em entrar para essa panelinha que estava se formando e também não era muito bem acolhida pelas outras mulheres. Além disso estava namorando e não se importava com essa amizade.

Sem ter alguma figurinha repetida para sair passei a investir em Lena. Já a conhecia pessoalmente de um encontro em que foi com o namorado, porém em nossas conversas particulares revelou alguns problemas no relacionamento que não estava mais tão empolgante. Foi a deixa para mostrar alguns textos eróticos que coloquei no meu Blog. Rapidamente um convite para um pitoresco cinema foi feito. Ela dizia que era só um cinema com um amigo mas pedi para ir usando um vestido, quem sabe não sairia um novo conto desse encontro? Ela negou essa ideia, mas aceitou o cinema.

Marcamos no shopping Ibirapuera e cheguei bem antes dela… A ansiedade me fez sair cedo do trabalho para não correr o risco de pegar trânsito. São Paulo é sempre imprevisível.
Cheguei muito cedo e me acomodei nas escadas perto da bilheteria e fui ler as bruxas Mayfair enquanto esperava o horário combinado.

De repente percebi um lindo par de pernas postados à minha frente e ergui os olhos do livro. Lena estava encantadora com um sorriso encantador e um vestido estampado de lacinho parecendo bastante inocente. Ela percebeu meus pensamentos e foi logo dizendo que o vestido não foi de propósito e eu sorri concordando.

Sem muita opção de escolha comprei ingresso para a próxima sessão que iria passar que era do filme O confronto, do Jet Lee.

O cinema era bem pequeno e antigo, nada de sala stadium do Cinemark. Estava praticamente vazio, mas já havia um casal na última fileira e outro na antepenúltima e ficamos mais para o meio. Chegou um quarto casal que foi para as primeiras filas. Apagaram as luzes e a projeção começou. Observei que quase não dava para ver o casal a minha frente devido às poltronas altas e igual a namoro de antigamente, coloquei meu braço em torno do ombro de Lena.

Fui acariciando, passando a mão pelo seu braço desnudo, seguindo pelo seu ombro, até que cheguei em seu pescoço e a puxei para mim, procurando sua boca para um beijo. Ela me afastou e disse que não. Retirou meu braço e falou para assistirmos o filme.

O filme era uma ficção científica onde existiam várias dimensões e um vilão descobriu que matando a si mesmo dessas outras dimensões obtinha a força desse ser, tornando cada vez mais forte. Estava já na última dimensão que era a nossa. Um pretexto para colocar Jet Lee lutando contra ele mesmo.

Após um tempo tentei novamente abraçar a Lena e ela não se importou. Fui bem contido nas investidas, ganhando terreno aos poucos, retrocedendo quando parecia que iria tirar minha mão e avançando mais um pouco quando percebia um suspiro de aprovação… fui seguindo adiante e cheguei até seu seio que apertei. Um suspiro profundo e entendi que era o sinal de que tinha vencido suas barreiras. Fui beijá-la crente em seu aceite e para minha surpresa novamente me afastou, escapou de mim, escorreu por entre meu abraço.

Que estava acontecendo? Era um jogo para a Lena? Queria brincar comigo? Ou era o desejo lutando com a razão de que não devia trair o namorado? Tentei deixar pra lá e voltar a atenção ao filme mas após algum tempo não resisti e a procurei novamente. Dessa vez não tentei abraçar mas coloquei uma mão em sua coxa e a deixei ali. Não houve protesto.

Passei a acariciar sua coxa e em resposta ela se arrumou na cadeira, abrindo um pouco as pernas e fazendo com que o vestido se encurtasse mais. Os movimentos aumentaram, subia e descia com a mão pela sua coxa. Subia até sentir o calor que emanava do meio de suas pernas e quando chegava lá a outra coxa impedia meu avanço pelos centímetros finais, apertando minha mão. Então tb a apertava e então retrocedia, esperando o relaxamento de suas pernas para avançar novamente. Troquei as mãos e enquanto apalpava sua coxa e subia por ela a abracei com a outra e procurei seu seio…. Encontrei seu pequeno seio com o bico duro, excitado. Avancei pelas suas coxas agora abertas e encontrei o meio de suas pernas úmido de prazer. A apertava e a acariciava e sentia seu corpo em êxtase.

O filme estava no clímax final e nós estávamos encaminhando para o mesmo. Ela estava praticamente sentada sobre mim, com suas costas colada ao meu peito. Via seus olhos fechados, sua boca aberta, seu peito arfando. Passei a beijar seu ombro, seu pescoço. Procurei o elástico de sua calcinha e pus o dedo em sua fenda. Obtive sucesso e ela arfou buscando desesperadamente por ar. Meu dedo a penetrei. Tirei o dedo e passei pelo seu clitóris que estava saliente. A vi mordendo os lábios. Penetrei novamente me deliciando com seu prazer. Ela estava gozando…

Pequenos gemidos escapavam de sua boca e o seu prazer me contagiava. Quis beijá-la, abafar seus gemidos, sentir seus lábios enquanto se entregava ao gozo e selei sua boca com a minha. Toquei seus lábios afoito para selar seu gozo e… ela escapou… tirou minhas mãos de seu corpo, se ajeitou ereta em sua poltrona, arrumou a alça do vestido que estava caída, puxou a barra do vestido escondendo suas coxas e olhou para mim sorrindo, ainda com o rosto vermelho das emoções que tinha seguido… “Chega…” disse… “já fomos longe demais…”

Olhei para ela incrédulo… protestei, pedi para ir comigo a outro lugar, ofereci então carona até sua casa mas todos meus pedidos foram negados. Só aceitou que a acompanhasse até o ponto depois que saíssemos do cinema… continuei insistindo que estava de carro, que poderia levá-la para casa, que me comportaria, mas não houve conversa. Quando seu ônibus passou ainda tentei roubar um beijo, mas estava atenta e virou o rosto sorrindo e dando tchau.

Fiquei no ponto vendo o ônibus se distanciar levando Lena embora. O seu cheiro em meu dedo ainda me inebriando. Sem saber o que faltou voltei para o Hotel para uma chuveirada enquanto me masturbava imaginando que havia conseguido um beijo enquanto sentava em meu colo e gozavamos juntos.

40 perguntas para auto diagnóstico sobre dependência de amor e sexo

1 Você já tentou controlar quanto sexo faria ou com que
freqüência encontraria alguém?
sim, conto os dias sem sexo tentando controlar sua frequência.

2 Você se acha incapaz de deixar de ver uma pessoa
específica, mesmo sabendo que encontrá-la é
destrutivo para você?
Sim, o conto a cauda de Thamiris é uma fantasia com uma crush que me queria muito e quando finalmente me chi em condições do nosso encontro passou a ter sumiços, sem por um fim e sem eu conseguir me afastar.
3 Você sente que não quer que ninguém saiba das
suas atividades sexuais ou amorosas? Você sente que
precisa esconder essas atividades, dos outros – amigos,
família, colegas de trabalho, orientadores etc.?
esse blog é anônimo
4 Você se sente “alto” ao fazer sexo e/ou ao se envolver
em relacionamentos?
sim, faz esquecer todos os problemas do relacionamento
5 Você já fez sexo em momentos ou lugares
inadequados, e/ou com pessoas inadequadas?
Já, mas antes de casar.
Ainda não contei essas partes no blog

6 Você faz promessas ou estabelece regras para si
mesmo em relação a seu comportamento sexual ou
amoroso e percebe que não pode cumprir?
Sim, esperar Rita me procurar mas nunca aguento
7 Você fez ou faz sexo com alguém que não queira fazer?
Já fiz sexo com minha ex quando já a odiava mas por ela invadir minha casa querendo uma despedida, meu discurso dizia não mas mina ereção fazia ela continuar
8 Você acha que o sexo e/ou um relacionamento vai
tornar a sua vida tolerável?
sim, como disse antes,
o sexo deixa alto e os problemas ficam em segundo plano

9 Você já sentiu que tinha que fazer sexo?
estou sentindo agora
10 Você acha que alguém pode “consertar” você?
Sim… Rita, ou Thamiris,
ou outra

11 Você tem uma lista, escrita ou não, dos parceiros que
teve?
Sim… Um calendário no excel para escrever minha história
12 Você se sente desesperado ou ansioso quando está
longe de seu companheiro ou parceiro sexual?
no auge da abstinência sexual, sim
13 Você perdeu a conta dos parceiros sexuais que teve?
Não
14 Você se sente arrebatado pela necessidade de um
parceiro, de sexo ou futuro companheiro?
Sim
15 Você faz ou fez sexo apesar das conseqüências (o risco
de ser pego ou de contrair herpes, gonorréia. AIDS,
etc.)?
Sim, tenho algumas histórias assim do passado
16 Você acha que tem um padrão de repetir
relacionamentos ruins?
padrão não
17 Você sente que seu único ou (principal) valor num
relacionamento é seu desempenho sexual ou
habilidade para dar apoio emocional?
Apoio emocional, estou colocando em cheque o interesse sexual após anos de relacionamento
18 Você se sente como fantoche inanimado se não houver
alguém com quem possa flertar? Você sente que não
está “realmente vivo” se não estiver com seu parceiro
amoroso/sexual?
sim
19 Você se sente com o direito de fazer sexo?
sim
20 Você se encontra em um relacionamento que não
consegue deixar?
não quero deixar, mas sinto desconforto e conversas não tem resolvido
21 Você já ameaçou a sua estabilidade financeira ou
posição na sociedade ao manter um parceiro sexual?
não
22 Você acha que os problemas de sua “Vida Amorosa”
vem de não ter a quantidade suficiente ou tipo certo
de sexo? Ou de continuar se relacionando com a
pessoa errada?
quantidade e falta de vontade da parceira em inovar
23 Você já teve um relacionamento sério ameaçado ou
rompido por causa de atividades extraconjugais?
sim
24 Você acha que a vida não teria sentido sem um
relacionamento amoroso ou sem sexo?
tenho essa preocupação
25 Você se flagra flertando ou sendo sedutor(a) com
alguém mesmo quando não tem t essa intenção?
não chego a esse ponto
26 O seu comportamento sexual e/ou amoroso afeta a
sua reputação?
no passado, com minha ex,
afetou

27 Você faz sexo e/ou tem “relacionamentos” para lidar
ou escapar dos problemas da vida?
sim
28 Você se sente desconfortável em relação a sua
masturbação por causa da freqüência, das fantasias
relacionadas, dos acessórios que usa e/ou dos lugares
em que pratica?
sim
29 Você se envolve em prática de voyeurismo,
exibicionismo etc., de forma que lhe trazem desconforto
e dor?
desconforto psicológico
30 Você se percebe precisando se dedicar e variar cada
vez mais suas atividades amorosas ou sexuais, apenas
para alcançar um nível “aceitável’ de alivio físico e
emocional?
sim
31 Você precisa fazer sexo ou se “apaixonar” para se sentir
um ”verdadeiro homem” ou ”uma verdadeira mulher”?
sim
32 Você sente que seu comportamento amoroso e sexual
é tão gratificante quanto empurrar uma porta giratória?
Você está exausto?
sim
33 Você está com dificuldades de se concentrar em outras
áreas de sua vida por causa de pensamentos ou
sentimentos relacionados a alguém ou a sexo?
sim
34 Você se sente obsessivo por determinada pessoa
e/ou atividade sexual específica, mesmo que esse
pensamento lhe cause dor, ansiedade ou desconforto?
sim
35 Você já desejou poder parar ou controlar suas
atividades amorosas e sexuais por um determinado
período de tempo? Já desejou ser menos dependente
emoclonalmante?
sim
36 Você acha que a dor na sua vida só aumenta, não
importa o que você faça? Tem medo que no fundo não
tenha valor?
ainda não cheguei nesse nível
37 Você sente que lhe falta dignidade e inteireza?
sim
38 Você sente que a sua vida amorosa/sexual afeta a sua
espiritualidade de forma negativa?
sim
39 Você sente que a sua vida esta ingovernável por causa
de seu comportamento sexual e/ou amoroso ou das
suas excessivas necessidades dependentes?
não cheguei nesse nível
40 Você já pensou que poderia fazer coisas na sua vida se
não fosse tão guiada pela busca sexual e amorosa?
sim

Dependente de sexo

Em uma noite de insônia causada por desejos sexuais não correspondido por Rita, que não estava no clima, levantei e fui pesquisar o porque dessa minha frustração gigantesca quando não tenho sexo.

Após dez anos de casamento, estamos com uma média muito baixa, e de tanto ouvir que minha irritação quando fico sem sexo aumenta  a perda de vontade dela, decidi pesquisar sobre isso e cai num site do DASA (DEPENDENTES DE  AMOR E SEXO ANÔNIMOS) onde em um questionário sobre ser dependente de sexo, de quarenta perguntas, respondi sim a 32. Será que sou dependente então?

Minha psicóloga fala que não, que tenho uma libido normal e o casamento está passando por crise, mas minha mulher não quer assumir e isso me afeta atrapalhando em vários aspectos da minha vida.

Será que não é dependência de sexo mas crise dos quarenta anos chegando? Estou pesquisando sobre isso…

 

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